quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ainda que sempre tarde


Demorei, como de costume, mas entendi.
Demorei porque metáforas foram aprimoradas, leituras avançaram, itinerários mudaram, e outras são as experiências que foram vividas (ainda bem. AINDA BEM.).
Mas, totalmente ciente do meu atraso, acabo olhando para aquilo que insiste em se mostrar-me
e entendo (mais uma vez) que apesar de todo esse tempo... nada mudou.
Racionalizações, racionalizações...
Brotam em novas palavras, mas ainda tratam-se delas.
E tudo vai sendo explicado e justificado, e parece mesmo que seja verdade
pois todo o resto acaba por ser expurgado quando se traja o invasivo perfume poético da maioria...

Vãs tentativas de doma sobre o que não acata rédeas.
Não há nada novo no front, além das coisas.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ainda ele, O Paraíso Artificial


Com o meu poder de/mente
eu faço uma caneta voar.

08/07/14